Estou tão ferida.
Tudo dói.
Lateja.
Corrói.
Meu corpo cheio de feridas.
Por dentro um buraco vazio.
Meu choro cheio de desvios.
Não cai, entra.
Tudo dói.
Das pernas ao peito.
Tudo lateja.
A face – a alma.
Tenho cura?
O remédio é caixa preta.
Estou tão ferida.
Tudo dói.
Lateja.
Corrói.
Meu corpo cheio de feridas.
Por dentro um buraco vazio.
Meu choro cheio de desvios.
Não cai, entra.
Tudo dói.
Das pernas ao peito.
Tudo lateja.
A face – a alma.
Tenho cura?
O remédio é caixa preta.
Uma resposta para “Alprazolam na minha vida. Diazepam no meu glúteo. ”
[…] via Alprazolam na minha vida. Diazepam no meu glúteo. — Antagônicos […]