A faca em minhas mãos escreveria uma história em meus pulsos.
A tinta era sangue, as lágrimas o enrendo.
Tudo o que eu era se foi. Naquele momento partiu, o sangue jogorrou.
Não.
Não.
Não.
Foi essa palavras ditas três vezes que me fizeram ficar.
Você disse. Gritou.
Eu o olhei. Caí.
Já é tarde! – gritei. Pedi para que fosse embora, ficou.
A faca em minhas mãos contaram outra história.
Você as tirou.
Jurei.
Juro.
Você beijou cada parte do meu rosto, enquanto morto.
Se foi.
Voltei.
E então, depois de tudo, ficou.
