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As ondas que se embaraçam entre minhas pernas.
Já vêm sendo uns dias que eu venho nadando no meu próprio desespero. Com a cabeça acima d’água eu olho as ondas e tento não me afogar. Hoje me afoguei. Sem fôlego, com o coração apertado, disparado, sem resguardo, me perdi. Então, dois comprimidos de droga eu ingeri. Dormi, dormi. Até o coração se acalmar.…
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Que a tinta escorra em meus lábios e faça-me sentir teu calor.
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A granja das mães parideiras.
Minha barriga grande se mexe quando passo as mãos. Escute bebê, digo ao falar com ela, a barriga e não a criança quase pronta pra sair. Está ouvindo essa música? Os violinos, as cordas do piano… Rio alto ao me lembrar que quando criança e descobrira que piano era de cordas eu não acreditei, onde diabos havia cordas…
