Da minha seiva, seringueira.


Beijei os seus lábios,

Frios e ressecados.

Deixei que de dentro de mim surgisse, saliva da vida.

Olhei para os seus olhos, estáticos e pálidos.

Deixei que de dentro de mim, surgisse as lágrimas de ânimo.

Olhei para o seu corpo, inchado e azulado.

Deixei, então, o eu.


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