– Por favor, me abraça – ela disse com a voz chorosa.
– Não vamos complicar as coisas – ele a empurrou e foi para perto da porta. O coração dela doía, não tinha como definir em palavras.
– Você não me ama mais? – Foi meio que um sussurro.
– Não. – Ela levantou a cabeça, já havia perdido a dignidade.
– Estou grávida.
– Mentira
– Tudo bem, daqui nove meses você descobre. – Ela beflou. A risada dele ecoou pelo apartamento.
– Você não está grávida e sabe disso, vê se cresce, quem sabe não arrume alguém que te ame e te suporte. – Enfim ele fechou a porta. Enfim ela caiu sentada e gritou.
– Vai se fuder amor. – Então, rindo até que seus pulmões doesse ela chorou entre um e outro intervalo de dor e risada.
