Oi, eu sou o BATATA, vocês não devem me conhecer, mas eu conheço vocês (Sim, até seus endereço, fiquem com medo), e venho aqui só pra dizer que vou postar um texto diferente do que eu geralmente posto, mas vai um aviso:
O QUE VOCÊ ESTÁ PRA LER NÃO FARÁ SENTIDO NENHUM, SERVIRA APENAS PARA DESCONTRAIR E TIRAR UM POUCO O FOCO DO BLOG, DIFERENCIANDO TOTALMENTE DO CONTEÚDO QUE GERALMENTE É POSTADO.
Vocês foram avisados..
A BELA HISTORIA DE JURANDIR
Certo dia, eu, BATATA, estava andando nu pelos campos floridos de um país qualquer ai, correndo de um lado para o outro sorrindo e comendo batata frita, (sim, eu não sou uma batata, esse é apenas meu nome, eu na verdade sou uma Lhama) a vida estava tão boa, ficar correndo nu pelas flores e coisa do tipo, todo dia, sempre a mesma rotina de uma lhama que não tem trabalho e que desistiu dos estudos. Porem, em uma segunda-feira a noitinha, havia um homem, que pela sua expressão facial ele devia ter por volta de 35 anos. Estava com um olhar baixo, escorado na cerca olhando ao horizonte. Cheguei por trás dele para ver o que é que ele estava olhando. Havia uma muralha muito grande, só isso, e pelo meu conhecimento de que li em livros, deveria ter uma cidade atrás daqueles muros, e o que comprovava isso ainda mais, era que dava para ver o topo de uma igreja. Olhei para ele, seu olhar doía minha alma, de tão triste que era, faltavam apenas lágrimas correrem pelos seus olhos. Resolvi conversar com ele:
– Oi senhor, por que esse olhar tão triste? O que aconteceu? Pode falar comigo, sou uma lhama, mas posso te dar conselhos e coisa do tipo. Vamos, se abra para mim.
Ele tomou um susto ao me ouvir e se virou assustado, parece que nunca tinha visto uma lhama antes, e ficou muito tempo me encarando e finalmente disse, depois de ter se acalmado e sentado no chão fresco:
– Ah, uma lhama, é a primeira vez que eu vejo uma. É estranho ver um animal como você solto por esses campos de flores.
– Sim, sou uma lhama, e qual seu problema? Por quê ta triste? – Sem querer acabei cuspindo nele, sabe como é, sou uma lhama né, ele limpou o rosto com a parte de trás da mão e disse:
– Nossa, essa lhama parece que quer falar comigo, o que será que ela ta falando? – Se levantou, passou a mão pelos meus pelos da cabeça e voltou a escorar na cerca e fitar a muralha com um olhar triste.
Vocês devem estar estranhando o fato de o humano não ter entendido o que eu disse né, pois é, humanos não entendem a linguagem das lhamas, vocês já deveria saber disto. Bom, eu não gostei da voz dele e chutei ele, que caiu do outro lado da cerca, em cima do braço, onde o osso saiu pra fora e manchou tudo de vermelho. Saiu gritando igual uma menina com o braço apoiado no outro. Ri muito e voltei a saltitar pelos campos de flores.
E como sei como ele chama Jurandir? Não descobri, é o nome que dei para ele, gosto desse nome. Ele nunca mais voltou no campo de flores, e fiquei com meu território de volta apenas para mim, um final feliz.
FIM
Ps: Como acho que ficou sem muito conteúdo, aqui uma foto minha


3 respostas para “Jurandir”
Sede clemente, onisciente Batata. Sede clemente. Abraço.
Você sabe meu endereço! Apavoro-me.
Não esquece de trancar bem a casa na hora que for dormir heim u.u