O amor é um percurso abstrato sem dimensões capazes de se mensurar, seria nosso egoísmo próprio e cultural provar o amor a uma só pessoa, sendo que por ser abstrato e imensurável pode ser destinado a mais de uma pessoa de diferentes formas? O que é o amor se não aceitar e sentir cegamente sem o norte da verdade por trás da personalidade? Ao amar alguém separamos as qualidades dos defeitos ou vivemos num eterno auto flagelo de costume e carência sem conseguir dizer não e deixar aquela pessoa amada ir embora.
O amor doentio também causa aversão, se torna ódio, dor, amargura e por fim, talvez, a morte.
O egoísmo está em nós ou no amor, de não querer que aquele ao qual amamos não ame mais ninguém.
Amar é enlaçar e deixar às rédeas curtas e dizer “me ame, apenas eu”.
O egoísmo é cultural e em constante metamorfose, amar apenas um e não a todos.
Seria essa uma evolução para o pior ou melhor?

Uma resposta para “O egoísmo auto Imposto na monogamia do amor.”
Então, se soltarmos, tem-se a possibilidade de prender. No entanto, se quisermos prender, pode ser que acabemos presos nesse laço sorrateiro “amor”