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Anjos sem nomes mortos de fome na miséria de doentes insanos.
As penas caíram, cada passo era mais um perto da morte. As cordas bambas me amarravam o corpo todo. Me solte, me solte. As penas voaram, mas não eram pássaros. Eu me soltei em uma mão, cortei meus pulsos. As penas grudaram no que era minha poça.Meu sangue está em suas mãos. Sangue inocente, vai, me liberte. Me usou, me mostrou para…
